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COVID-19


Até a publicação deste Post, este é o cenário em que nos encontramos quanto a quantidade de casos do COVID-19 no Brasil.

Para evitar a propagação da COVID-19: 👍
  • Lave frequentemente as mãos. Utilize água e sabão, ou uma solução à base de álcool.
  • Mantenha uma distância segura de qualquer pessoa que estiver a espirrar ou tossir.
  • Use máscara sempre que o distanciamento físico não for possível.
  • Não toque nos olhos, no nariz ou na boca.
  • Cubra o nariz e a boca com o cotovelo fletido ou um lenço quando tossir ou espirrar.
  • Se se sentir doente, fique em casa.
  • Se tiver febre, tosse e dificuldade respiratória, procure assistência médica.

O uso de máscaras: 😉

As máscaras podem ajudar a evitar a propagação do vírus entre o respetivo portador e outras pessoas. O uso de máscara, por si só, não protege contra a COVID-19 e deve ser combinado com o distanciamento físico e a higiene das mãos. 
Siga os conselhos partilhados pela sua autoridade de saúde local.

Estudos sobre implicações na saúde mental em decorrência da pandemia do novo coronavírus ainda são escassos, por se tratar de fenômeno recente, mas apontam para repercussões negativas importantes. 

COMO ISSO AFETA A SAÚDE MENTAL?

FATOR MEDO:
O medo de ser infectado por um vírus potencialmente fatal, de rápida disseminação, cujas origens, natureza e curso ainda são pouco conhecidos, acaba por afetar o bem-estar psicológico de muitas pessoas.


SINTOMAS COMUNS:
Sintomas de depressão, ansiedade e estresse diante da pandemia têm sido identificados na população geral e, em particular, nos profissionais da saúde. 

PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES IDENTIFICADAS:
  • Preocupações com a escassez de suprimentos e as perdas financeiras também acarretam prejuízos ao bem-estar psicológico. 
  • A rápida disseminação do novo coronavírus por todo o mundo, as incertezas sobre como controlar a doença e sobre sua gravidade, além da imprevisibilidade acerca do tempo de duração da pandemia e dos seus desdobramentos, caracterizam-se como fatores de risco à saúde mental da população geral. 
  • Notícias falsas vêm sendo propagadas por vezes contrariando as orientações de autoridades sanitárias e minimizando os efeitos da doença. Isso parece contribuir para condutas inapropriadas e exposição a riscos desnecessários;
  • Pessoas com suspeita de infecção pelo novo coronavírus podem desenvolver sintomas obsessivo-compulsivos, como a verificação repetida da temperatura corporal;
  • A ansiedade em relação à saúde também pode provocar interpretação equivocada das sensações corporais, fazendo com que as pessoas as confundam com sinais da doença e se dirijam desnecessariamente a serviços hospitalares
  • medidas como isolamento de casos suspeitos, fechamento de escolas e universidades, distanciamento social de idosos e outros grupos de risco, bem como quarentena, acabam por provocar diminuição das conexões face a face e das interações sociais rotineiras. 
  • A pandemia do novo coronavírus pode impactar a saúde mental e o bem-estar psicológico também devido a mudanças nas rotinas e nas relações familiares. 
  • Para mães, pais e demais cuidadores, o fato de estarem trabalhando remotamente ou mesmo impossibilitados de trabalhar, sem previsão sobre o tempo de duração dessa situação, tende a gerar estresse e medo, inclusive quanto às condições para a subsistência da família, reduzindo a capacidade de tolerância e aumentando o risco de violência contra crianças e adolescentes;
  • risco de violência contra mulheres nesse período, em que as vítimas costumam ficar confinadas junto aos agressores e, muitas vezes, não conseguem denunciar as agressões sofridas.
FATORES ESTRESSORES PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE:
  • Risco aumentado de ser infectado, adoecer e morrer; 
  • Possibilidade de inadvertidamente infectar outras pessoas; 
  • Sobrecarga e fadiga; 
  • Exposição a mortes em larga escala; 
  • Frustração por não conseguir salvar vidas, apesar dos esforços; 
  • Ameaças e agressões propriamente ditas, perpetradas por pessoas que buscam atendimento e não podem ser acolhidas pela limitação de recursos; 
  • E afastamento da família e amigos;
  • Fenômeno da “traumatização vicária”, também denominado “traumatização secundária”, em que pessoas que não sofreram diretamente um trauma passam a apresentar sintomas psicológicos decorrentes da empatia por quem o sofreu.

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO:
Destaca-se o apelo para que a população geral fique em casa, buscando diminuir a transmissão, ao passo que a tendência é que os profissionais da saúde mantenham ou aumentem sua jornada de trabalho.

DESAFIOS PARA O TRABALHO PSICOLÓGICO
Restrição a deslocamentos e a necessidade de realização de serviços psicológicos predominantemente por meios de tecnologia da informação e da comunicação. 

Em primeiro lugar, muitos brasileiros não têm acesso à Internet, o que limita a possibilidade de oferta de apoio nesse momento. 

Ademais, ainda que tenham acesso à Internet, algumas pessoas podem apresentar dificuldades para utilizar smartphones ou computadores. 
Isso tende a acontecer com idosos, faixa etária em que tem ocorrido o maior número de complicações e óbitos decorrentes da COVID-19. 


https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public/when-and-how-to-use-masks

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/paf/coronavirus/noticias-coronavirus

Saúde mental e intervenções psicológicas diante da pandemia do novo coronavírus (COVID-19)
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-166X2020000100501

American Psychological Association. (2020). Pandemics. Retrieved from https://www.apa.org/practice/programs/dmhi/research-information/pandemics

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